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quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Programação de hoje (quinta/08/09/11) no 3º Colóquio Amapaense de fotografia

10 -12h Leitura de Portfólio
[Auditório do MIS]

15-18h Curso de Introdução a fotografia
[Auditório do MIS]

18h30min – 20h - Mostra de Portfólio:
(Elaina Rafaela Souza)
[Auditório do MIS]


20h – 22h
Mesa Redonda:
Panorama da fotografia contemporânea
[Auditório do MIS]

Nesse momento teremos a possibilidade de perceber como a fotografia contemporânea vem ampliando e tencionando a retórica fotográfica através da apresentação de imagens e artistas da fotografia atual.


Debatedoras: Adriana Pantoja , Carla Antunes e Cristiana Nogueira

Fotógrafos em ação



Amilton Matsunaga começou sua oficina com ginástica
Foto: Maksuel Martins

Foto: Maksuel Martins

A programação do Terceiro Colóquio de Fotografia iniciou na tarde desta terça-feira, 06, com a oficina de Introdução a Fotografia ministrada pelo fotógrafo Amilton Matsunaga. As inscrições para esta oficina superaram as expectativas dos organizadores. O processo criativo e tecnológico na produção da fotografia foi um dos pontos debatidos durante a primeira aula.

Alexandre Brito (Mis/ap), Cristiana Nogueira (Nufoc) e Aline Pacheco (Sesc - Ap)

Foto: Maksuel Martins

A abertura oficial aconteceu no auditório principal do Teatro das Bacabeiras, às 20h, com a presença dos realizadores, MIS/AP (Museu da Imagem e do Som - AP), SESC/AP (Serviço Social do Comercio – AP) e NUFOC (Núcleo de Fotografia Contemporânea da UNIFAP)

Homenagens aos pioneiros

Foto: Maksuel Martins

Na noite de calor intenso e vento forte, os pioneiros da fotografia foram convidados a compartilhar com os presentes as suas histórias e também receber dos realizadores do evento, as homenagens pela contribuição histórica dos seus registros para o Estado do Amapá.

Miguel Chikaoka e sua Fototaxia

Foto: Maksuel Martins

Logo depois das homenagens, foi a vez de Miguel Chikaoka apresentar a palestra “Fototaxia: Em busca do elo perdido”.

Foto: Carla Antunes

Para uma parte do público presente neste Terceiro Colóquio, a noite trouxe um diferente olhar sobre a fotografia. Um olhar que se desviou do absolutismo da forma para voltar-se à complexidade da luz.

Chikaoka presenteou o público com uma viagem na velocidade da luz, na tentativa de explicar a magia do processo de captação da imagem por meio da câmara obscura (A Caixa Mágica).

A Oficina Caixa Mágica, com Miguel Chikaoka, aconteceu nesta quarta-feira, 07, na Casa da Cultura, no SESC Araxá. Durante toda a semana, o colóquio continua, com a oficina de Introdução a Fotografia no auditório do MIS/AP,das 15 às 18h.

No sábado, 10, rola o encerramento do Colóquio com exposição da Maratona Fotográfica e muita música, na Praça Veiga Cabral.

Fonte : http://marypaes.blogspot.com

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Últimos preparativos para o Colóquio de Fotografia

Os organizadores do 3º Colóquio Amapaense de Fotografia estão fazendo os últimos acertos para a realização do evento. Na tarde de hoje no Museu da Imagem e do Som do Amapá (MIS-AP), as informações dos mais de 100 inscritos no evento foram organizadas para que tudo fique pronto para o credenciamento, que acontecerá amanhã, 06.09, às 13h, no Teatro das Bacabeiras.



Abertura oficial do evento acontecerá também no Teatro e contará com participação de um representante de cada um dos realizadores (SECULT/MIS, SESC-AP, UNIFAP/NUFOC), homenagem aos fotógrafos pioneiros do Amapá e a palestra de Miguel Chikaoka intitulada Fotataxia, em busca do elo perdido.



Os dois cursos ofertados na programação do evento: Caixa Mágia I e Introdução a Fotografia tiveram suas vagas rapidamente preenchidas atestando a grande demanda por cursos na área em Macapá.



No hall do Teatro das Bacabeiras, também será montada uma exposição com fotos representativas de traços culturais do estado. Outro momento que promete bastante é a exposição Tempo do Olhar que será aberta a visitação no dia 09.09, às 20h, pelo Núcleo de Fotografia Contemporânea da UNIFAP (NUFOC) na galeria Antônio Munhoz, Sesc Araxá e, para finalizar o evento, o resultado da Maratona Fotográfica também será exibido na praça Veiga Cabral acompanhado de uma diversificada programação cultural.

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Conheça mais sobre a programação do Colóquio

Conheça um pouco mais sobre a trajetória do fotógrafo Miguel Chikaoka, que fará a abertura oficial do 3º Colóquio Amapaense de Fotografia:

Filho de imigrantes japoneses, Miguel Chikaoka nasceu no Vale do Ribeira e foi fazer faculdade de engenharia química na Unicamp, em Campinas (SP). Vivia uma angústia, pois não sabia se realmente era aquilo que queria.
Uma das fotos clássicas do portfólio de Miguel Chikaoka


Foi parar em Nancy, na França, para fazer doutorado, beneficiado por uma bolsa de estudos. Ficou três anos e meio por lá e foi onde descobriu a fotografia. "Enganei todo mundo. Fiquei enrolando, dizendo que tinha um problema psicológico, de adaptação de cultura. Que nada, estava superbem adaptado, mas enrolei e a bolsa continuou sendo paga. Continuei frequentando o mínimo necessário.



“Na verdade, perderam um engenheiro e ganharam um fotógrafo", relembra Chikaoka. Descobri no caminhar pelas ruas, a absorver a informação e a dialogar com isso silenciosamente, e a fotografia veio a se acoplar a essa minha formação dentro da informalidade. Saí como qualquer turista, com uma câmera, e as fotografias que produzi me chamaram a atenção.


A questão ambiental é uma preocupação da obra de Chikaoka

Uma daquelas coincidências em que você acaba encontrando as coisas e as pessoas que você talvez procure. Na universidade que eu estudava, tinha um fotoclube. Eu fotografava com uma Xereta, aí tinha um japonês lá que me emprestou uma Pentax, viajei com ela, fotografei em preto e branco, revelei e foi muito forte pra mim. Eu conheci o pessoal do fotoclube que me convidou, foram muito amigáveis.

Quase que uma conspiração a favor... Foi uma maravilha, tinha um laboratório no porão de onde eu morava. Foi fulminante, porque entrei no laboratório, revelei o primeiro filme, aí desencadeou um processo de mergulho naquele negócio mágico de câmera escura. Com dois meses de estar fazendo o processo de captura ao tratamento, já me convidaram para participar da exposição anual do fotoclube. Recebi elogios (no livro de assinaturas), aí me senti o tal, me senti que podia ser fotógrafo no sentido da expressão humana.

Virei rato de tudo, sempre fotografando. Comprei minha câmera, fazia minha agenda de visitas a exposições em todo lugar que havia. Ia para Paris só pra ver exposição. E tava aquele boom, havia muitas mostras de fotos de conflitos na África, guerras, grandes reportagens, que me deram esse veio de repórter.

Também fotografava o dia-a-dia da cena universitária e fui formando uma base de experiências de olhar as coisas, porque eu não tinha compromisso com ninguém a não ser comigo. Fazia mais pelo deleite, pelo prazer, pela aventura, pela adrenalina.

E o seu retorno para o Brasil? Eu resolvi na minha volta ir para qualquer direção que não fosse São Paulo. Eu não voltaria para São Paulo, foi minha primeira decisão, porque eu me vi um não-brasileiro no sentido de conhecer o país onde nasci, me sentia um ignorante de meu país.

A segunda decisão foi tentar viver como fotógrafo e fui para Belém, através de uma pessoa que eu conhecia e disse pra ir pra lá. Eu fui pra lá ficar um tempinho, consegui um emprego de repórter num jornal, fiz tudo de ônibus. Eu tinha um projeto de ficar em Belém por três anos. Isso em 1980.

Em 83 eu tinha um projeto itinerante pelas capitais. Coisa de aventureiro, na época se chamava mochileiro, de chegar até o Rio de Janeiro fazendo exposições. Aí aconteceu, de súbito, uma nova situação, eu fiquei grávido de um filho, que hoje está em Campinas. Estudou engenharia e é engenheiro, cumpriu rigorosamente o script que o pai não foi capaz de cumprir (risos).

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Próximos eventos do MIS

O Museu da Imagem e do Som do Amapá em breve divulgará a programação de dois importantes eventos que estão previstos para setembro.


Entre os dias 06 e 09, acontecerá o 3º Colóquio Amapanse de Fotografia, uma realização do MIS-AP, SESC-AP e Núcleo de Fotografia Contemporânea da UNIFAP (NUFOC).


E no período de 19 a 25, o MIS realizará a 5ª Primavera de Museus como tema Mulheres, Museus e Memórias. Fiquem ligados aqui no blog que logo, logo divulgaremos as duas programações na íntegra.



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